Eu recebi este poema de presente, dado por um amigo do peito. Por coincidência, ou não, este poema se aplica, milimetricamente, a mim quando escrevo. Leiam este poema não só com admiração a Manuel Bandeira, mas com amor no coração, pois só assim se alcança o verdadeiro significado de qualquer poema.
DESENCANTO
aa
Eu faço versos como quem chora
De desalento... de desencanto...
Fecha o meu livro, se por agora
Não tens motivo nenhum de pranto.
aa
Meu verso é sangue. Volúpia ardente...
Tristeza esparsa... remorso vão...
Dói-me nas veias. Amargo e quente,
Cai, gota a gota, do coração.
aa
E neste versos de angústia rouca
Assim dos lábios a vida corre,
Deixando um acre sabor na boca.
aa
-Eu faço versos como quem morre.
(Manuel Bandeira)
Obrigado Nicco. Estas no meu coração!

Um comentário:
POEMINHO DO CONTRA
Todos estes que aí estão
Atravancando o meu caminho,
Eles passarão.
Eu passarinho!
Mario Quintana
^^ ès um gran hermano! Nicco.
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